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Melatonina
Ação antioxidante com importância neuroprotetora



A melatonina é um hormônio indolaminérgico com síntese controlada principalmente pela estimulação noradrenérgica e participa da regulação de funções fundamentais da homeostasia.

- Indicações: a melatonina possui ação antioxidante com importância neuroprotetora; tratamento de alopecia X em raças nórdicas; tratamento de displasias foliculares; tratamento de alopecia sazonal dos flancos; distúrbios do sono; tratamento de fobias e síndrome da separação; atua como antioxidante e anti-inflamatório em condições oculares.

- Mecanismo de ação: a melatonina age como um transdutor neuroendócrino, transformando as informações externas referentes ao ciclo noite-dia em sinais bioquímicos, que modulam a organização de funções autonômicas, neuroendócrinas e comportamentais.
O núcleo supraquiasmático recebe informação da luz do meio ambiente através dos olhos, já que a retina contém também células ganglionares. Através do trato retino-hipotalâmico, a melanopsina leva informação ao núcleo supraquiasmático. Este, por sua vez, recebe a informação sobre a luminosidade externa, a interpreta e a envia ao gânglio cervical superior, o qual redireciona o sinal para a glândula pineal. Em resposta ao estímulo, essa glândula secreta o hormônio melatonina, cujos níveis são baixos durante o dia e aumentam à noite.

- Doses:

Cães: alopécia e displasias foliculares: 3-12 mg/animal, a cada 12-24h, V.O (máximo 12mg/dia); distúrbios do sono: 3-6 mg/animal, a cada 12-24h, V.O; fobias e ansiedade de separação: 1-6 mg/animal, 60 minutos antes do evento estressante, V.O. Administrar após a alimentação.

Gatos: distúrbios do sono: 3-12 mg/animal, a cada 12-24h, V.O (máximo 12mg/dia); fobias e ansiedade de separação: 1-6mg/animal, 60 minutos antes do evento estressante, V.O. Administrar após a alimentação.

- Contraindicações: não utilizar em paciente com doenças autoimunes, insuficiência renal, insuficiência hepática, prenhes e na lactação.

- Interações: As quinolonas podem potencializar o efeito da melatonina.
Carbamazepina e rifampicina podem diminuir as concentrações plasmáticas de melatonina.
 
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